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Hoje: 17/12/2017 e são 9:47

CNLB SUL 1 lança concurso para criação de nova logomarca


O presente concurso tem como objetivo escolher a logomarca jubilar dos 30 anos de articulação do CNLB Sul I que será utilizada como identidade visual em qualquer situação definida pela Presidência. O numero de propostas é ilimitado e qualquer pessoa de qualquer lugar do Brasil poderá participar após o aceite dos termos no edital do concurso. Clique aqui para baixar o edital

 

Em 2017 o Conselho Nacional do Laicato do Brasil – CNLB completa 30 anos de articulação no Regional Sul I – Estado de São Paulo. Jubileu é sempre momento oportuno para “olhar o passado com gratidão, o presente com paixão e o futuro com confiança” (NMI,1), e para nos ajudar a rezar este tempo de graça, propomos o lema que nos iluminará durante o ano jubilar: “Sim à Civilização do Amor!”.

Civilização do Amor é um dos nomes pelo qual conhecemos o Reino, ou seja, a concretização do projeto sonhado por Deus para toda a criação. Esta expressão foi usada pela primeira vez por Paulo VI, em Pentecostes de 1970 e retomada em sua homilia na noite de natal, encerrando o Ano Santo de 1975. Para ele “a Civilização do Amor irá prevalecer frente lutas sociais implacáveis, e dará ao mundo a tão sonhada transfiguração da humanidade”.
Importante ressaltar que na caminhada da Igreja latino-americana essa expressão foi assumida de forma tão visceral que ajuda a definir a identidade dos grupos e pessoas que militam na Igreja da Libertação, assim como as expressões caminhada, companheiro, luta, libertação… Desta forma, o CNLB Sul I ao professar “Sim à Civilização do Amor!”, testemunha sua opção em ser espaço comprometido em construir o Reino, assumindo sua história de

Organismo com ação “inspirada no testemunho das bem-aventuranças, que se expressa especialmente na evangélica opção preferencial pelos oprimidos, assumida e proclamada pela Igreja da América Latina.” (Carta de Princípios). O advérbio SIM, empregado no início do lema, traz consigo a memória de Maria, nossa companheira, que profetiza uma das cenas mais comoventes que vislumbraremos ao raiar a Civilização do Amor: “derruba os poderosos de seus tronos e eleva os humildes; sacia de bens os famintos, despede os ricos sem nada.” (Lc 1,52-53).

 

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